Não sou a mais bonita, nem a mais simpática. Pelo contrário: Como toda mulher, tem dia que eu quero quebrar o espelho, e não quero conversar com ninguém. Mas tem dia também, que eu saio querendo abraçar o mundo todo, falando sem parar, e rindo sem motivo. Rir. A coisa que eu mais sei fazer. Mas choro também. E choro muito, porque sou a pessoa mais sentimental do planeta. Já sofri muito por amor não correspondido, e principalmente, amor correspondido que teve fim. E não preciso explicar como isso é ruim, porque quem já passou por isso, sabe perfeitamente. E minha mãe.. Ah, ela é um anjo em forma humana. A razão da minha vida. E não tenho vergonha de dizer isso. Não preciso que as pessoas me digam como ser feliz, como agir, que me deêm formulas de como ser. Eu mesma crio e modelo a minha felicidade como se fosse uma massinha. Tudo se encaixa e se ajeita desse jeito, sem interferências de ninguém. Existem pessoas que tentam destruir isso, e fazem de tudo o que podem e mais um pouco, mas meu santo é mais forte. Seguir regras me incomoda, não é de mim. O que as pessoas dizem a meu respeito, comentam, é opinião deles, só eu sei como realmente sou. Acredito em contos de fadas e amores eternos, e mesmo assim, vivo com meus pés no chão. Guardo tudo o que eu passo em um baú, desde risos até lágrimas, e de vez em quando gosto de olhar tudo, e ver o quanto cresci. Meus sonhos são meus mais precioso tesouro, não abro mão deles, muito menos os vendo para alguém. Minha fórmula da felicidade é misturar amigos, família, amores, e viver. “Cumprir todas as regras tornaria minha vida tão chata. Eu quero poder dizer que extrapolei. Então, tirem meus pés do chão. Me deem qualquer coisa que faça eu me sentir viva.” (Avril Lavigne)



A titia ama vocês bê!
PAI
MÃE
IRMÃ
CUNHADO
MARIDO
SOBRINHA
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Eu estou cansada de falar que eu estou bem, minha vontade é de gritar “eu estou destruída, porra”. Mas ninguém se importa, então, eu permaneço calada.

Eu estou cansada de falar que eu estou bem, minha vontade é de gritar “eu estou destruída, porra”. Mas ninguém se importa, então, eu permaneço calada.



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originally mafia-do-rock via a-gonizante


(Source: embriagado)



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originally embriagado via espero-porti




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originally blacktreacl3 via coisasdemeninoos



Eu não estou neste mundo para viver de acordo com suas expectativas.(NDO)

Eu não estou neste mundo para viver de acordo com suas expectativas.(NDO)



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originally noites-de-outono via coisasdemeninoos


antiga-romantica:

É difícil explicar o que sinto quando o medo me domina. (a-r)

antiga-romantica:

É difícil explicar o que sinto quando o medo me domina(a-r)



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originally antiga-romantica via coisasdemeninoos


(Source: oitonotes)



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Ei amores, eu não to usando muito esse tumblr aqui não, então sigam o pessoal e venham conversar cmg bbs u_u clica! 




siimplesgaroto:

 […] mesmo quando você não é nada, se coloca como personagem principal de uma história que não é sua. (SiimplesGaroto)

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 […] mesmo quando você não é nada, se coloca como personagem principal de uma história que não é sua. (SiimplesGaroto)



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Toda fã é apaixonada pelo sorriso do ídolo. 

(Source: restartfatos)



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originally restartfatos via contigotodo



Traga os cigarros, os cafés e os beijos e prometo, nada será como antes. Esqueça as grandes mazelas e delicie-se com a ironia das pequenas desgraças. Desperdice companhias agradáveis e marque um encontro com seu eu lírico. Voe alto e não caia do abismo sem o bat-cinto-de-utilidades; caso caia, ria do seu cadáver desmembrado e pense: “Jamais conseguiria isso com yoga!”. Não jogue fora os livros do Paulo Coelho; faça fogueira com eles e chame os amigos para um culto satânico entre marshmallows no espeto e PJ Harvey. Não chore nos velórios — eles são os últimos shows e os defuntos, as estrelas. Não conte piadas em enterros — a última piada pode ser… mortal. Escute Norah Jones, e quando mais velho escute Billie Holiday — os pequenos peixes sempre levam aos grandes. Sinta a paixão apunhalar o seu coração; mas não esqueça de renascer depois ou Nietzsche vai se revirar no túmulo cinzento. Perca seu guarda-chuva, deixe que a chuva molhe as suas roupas e cabelos, mas não esqueça de passar no Carrefour e comprar chá de camomila depois. Leia Platão, Aristóteles e Virginia Woolf, mas não deixe passar a Tititi que prometer responder a seguinte pergunta: “Cher, Thalia e Marilyn Manson tiraram mesmo as costelas?”. Saia para os inferninhos mas não os leve pra casa — o lar é o céu que você tenta disfarçar de inferno. Pense sempre nos amigos como família, mas não se engane — “família” não é sinônimo de “amizade”. Tome sopa num dia de verão, tome sundaenum dia de inverno, invente neuroses e dê a elas nomes de Smurfs — quebre as convenções e estará aumentando o mercado de trabalho da antropologia. Acredite na perfeição, na felicidade e na eternidade de um único momento e me procure em seguida — tentarei absorver um pouco por osmose. Viva cada dia como se fosse o primeiro e tente ver a beleza na falta de obviedade. Não seja medieval, tampouco renascentista. Seja enfaticalista! Não veja o vídeo do Filtro Solar em demasia, ou acabará fazendo algo como… isso. Enfim… viaje, abandone, fuja, corra, e volte. Volte. Ame, odeie, destrua, reconstrua, erre, e seja sempre fiel ao que te conduz. Amém. (De Rodrigo C.)

Traga os cigarros, os cafés e os beijos e prometo, nada será como antes. Esqueça as grandes mazelas e delicie-se com a ironia das pequenas desgraças. Desperdice companhias agradáveis e marque um encontro com seu eu lírico. Voe alto e não caia do abismo sem o bat-cinto-de-utilidades; caso caia, ria do seu cadáver desmembrado e pense: “Jamais conseguiria isso com yoga!”. Não jogue fora os livros do Paulo Coelho; faça fogueira com eles e chame os amigos para um culto satânico entre marshmallows no espeto e PJ Harvey. Não chore nos velórios — eles são os últimos shows e os defuntos, as estrelas. Não conte piadas em enterros — a última piada pode ser… mortal. Escute Norah Jones, e quando mais velho escute Billie Holiday — os pequenos peixes sempre levam aos grandes. Sinta a paixão apunhalar o seu coração; mas não esqueça de renascer depois ou Nietzsche vai se revirar no túmulo cinzento. Perca seu guarda-chuva, deixe que a chuva molhe as suas roupas e cabelos, mas não esqueça de passar no Carrefour e comprar chá de camomila depois. Leia Platão, Aristóteles e Virginia Woolf, mas não deixe passar a Tititi que prometer responder a seguinte pergunta: “Cher, Thalia e Marilyn Manson tiraram mesmo as costelas?”. Saia para os inferninhos mas não os leve pra casa — o lar é o céu que você tenta disfarçar de inferno. Pense sempre nos amigos como família, mas não se engane — “família” não é sinônimo de “amizade”. Tome sopa num dia de verão, tome sundaenum dia de inverno, invente neuroses e dê a elas nomes de Smurfs — quebre as convenções e estará aumentando o mercado de trabalho da antropologia. Acredite na perfeição, na felicidade e na eternidade de um único momento e me procure em seguida — tentarei absorver um pouco por osmose. Viva cada dia como se fosse o primeiro e tente ver a beleza na falta de obviedade. Não seja medieval, tampouco renascentista. Seja enfaticalista! Não veja o vídeo do Filtro Solar em demasia, ou acabará fazendo algo como… isso. Enfim… viaje, abandone, fuja, corra, e volte. Volte. Ame, odeie, destrua, reconstrua, erre, e seja sempre fiel ao que te conduz. Amém. (De Rodrigo C.)